Apresentação

Sou Ana Carolina, esposa e mãe. Sou também farmacêutica formada pela Universidade da Região de Joinville (2008), mestre (2012) e doutora (2016) em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina.

O interesse por estudar sobre os anticoncepcionais não aconteceu ao acaso. Foi algo muito bem determinado por Deus para que eu trilhasse este caminho. Meu foco de estudo na pós-graduação em farmacologia era outro (meu mestrado foi sobre depressão e o doutorado foi sobre memórias aversivas e transtorno de estresse pós-traumático).

Como católica, sempre busquei levar minha vida sob a perspectiva da fé e dos ensinamentos da Igreja. E desde então, tem sido assim. Mas eu, sozinha, não me dei conta de que, tendo em mãos um diploma de doutorado em farmacologia, poderia falar sobre um tema tão importante na perspectiva da doutrina católica, como também na perspectiva das mulheres modernas que não são católicas e que usam a pílula mas se perguntam muitas coisas sobre ela.

Uma pessoa veio me falar para escrever sobre isso. Depois de pouco tempo, outra pessoa sugeriu a mesma coisa. E de repente, me vi estudando sobre o tema e escrevendo para blogs, sem sequer imaginar que tão pouco esforço poderia gerar um grande retorno.

Hoje eu continuo estudando sobre o tema, mas tomei a decisão de centralizar meus estudos, textos e reflexões no espaço deste site. Talvez não tenha muito alcance. Mas se fizer bem à uma ou duas pessoas, já estarei feliz.

Hoje também faço parte de um núcleo de formação em Florianópolis sobre fertilidade, contraceptivos e métodos naturais de regulação da natalidade. Com este grupo, temos aprendido muito e também repassado muita informação à uma quantidade muito grande de pessoas, cada vez mais interessadas(os) em entender a fertilidade, compreender sua importância e sua essência dentro do matrimônio, compreendendo também que a pílula contraria toda a natureza da mulher, deixa-a refém de circunstâncias e situações de âmbito social e sexual, além de causar diversos efeitos colaterais maléficos ao seu organismo.

“Mas hoje em dia todo mundo usa pílula”. É verdade… Mas como dizem as mães: “você não é todo mundo!” Que tal se informar e começar a remar contra a maré? É possível (e acredite: é maravilhoso) viver a sua fertilidade como ela é, sem qualquer intervenção de medicamentos. Vamos juntas!

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